segunda-feira, 14 de maio de 2012

Na Arquibancada












Após uma pancada?
Deite na arquibancada.
Finja-se de morto,
Até expulsar, de alguma forma,
A dor em seu rosto.
É o momento de afrouxar, 
Um pouquinho, a corda.
Obrigatório relaxar,
Para não potencializar o desastre...
...E era uma tão bela tarde!!!


Paciência!
Foi só mais uma indecência...
Uma rasteira em que já estava no chão.
Talvez, seja inevitável, a explosão.
Mas, por enquanto, a pausa
É a única viável pauta.
Respirar para ultrapassar!
Em um raio de sol embarcar
E ir ter com as vibrações pertinentes...
Inocentemente contentes!


Algum tempo afastado
Do insuportável gado,
Será suficiente
Para proporcionar novos ares à mente!
A resiliência 
Já é uma realidade.
A força da consciência,
Sempre supera qualquer dificuldade.
Ainda que seja uma atrocidade,
Daquelas que deveriam envergonhar a humanidade.









Vídeo indicado
Lenine
"O Último Pôr do Sol"







Fotos - Welinton Magno e Narlei Paixão



Um comentário:

Mari Rehermann disse...

Muito interessante...
Belo poema!!

Tenha uma semana iluminada!!
Beijos!♥