domingo, 4 de novembro de 2012

A Todo



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Ah! Se eu pudesse conversar com cada um,
Um a um,
Pessoalmente,
Sinceramente,
Sobre o que penso,
A respeito de cada enredo...
As soluções práticas,
Rápidas,
Que percebo ao redor...
Entretanto, existe um projeto maior,
Cuja aderência,
Implica no estágio da consciência.
Se este estágio pudesse ser adiantado,
Nem que fosse, um pouquinho,
De nada, um tiquinho,
Já me sentiria mais confortado.

Entendo que eu não possa adiantar,
Mas, estou seguro, que também não é certo,
Não está correto:
Atrasar.
Ficar patinando no mesmo compasso,
No mesmo posicionamento,
Já, desmascarado e sem caimento...
...Parado no cansaço
Da mesmice,
Sustentada pela inegável tolice
Que é resistir à mudança...
...Temer não acompanhar os passos da dança,
Não justifica atrapalhar toda a melodia,
Por covardia...
Por não acreditar, de verdade, em si mesmo,
Não se pode fragilizar o andamento do texto...

É bom lembrar a autoria
Desta magnífica sinfonia;
A expansiva emoção
Que proporciona a vastidão.
A famosa “ordem”
Por trás desta desordem.
Nosso livre arbítrio, não é tão livre assim.
Trago isso cicatrizado em mim.
Ele tem um campo de atuação
Dentro do que espera de nós, a imensidão.
Podemos, sim, dizer não...
Fazer birra
Desafiar a celestial rima...
Mas, não podemos evitar a posterior devastação...
Seja psicológica ou emocional...
Devemos satisfação a tooooooodo o espaço sideral!



Música indicada:



3 comentários:

Emmanuel Almeida disse...

Existe aqui dentro uma pergunta constante, se não estou sozinho com quem estarei! Temos muito a dizer e a questionar, até o livre arbítrio...Intenso esse nosso universo né Claudio...É muita energia a ser sentida!

José Cambinda Dala disse...

Grande poesia, parabéns!

Anônimo disse...

UM Poetar cheio de sentimentos, ensinamentos e sabedoria. Você, simplesmente arrasa...Meu carinho e meu beijo. Lety