terça-feira, 22 de outubro de 2013

Não! ... Nem me Rendo!







Nem posso pensar em me recolher,
Apesar de todos os absurdos que venho sofrendo,
De tudo torto e feio e ruim e covarde,
Que vem me acontecendo.

Está focado, o meu viver,
Na chama interna que ainda arde.

Aliás, mais que nunca,
Segue se aproximando da altura.

É por ela que vivo
E escrevo,
Portanto insisto
Em altíssimo enlevo.

Não me vendo,
Nem me rendo.

Minha consciência está tranquila.
Está calma e serena, aguardando o fim da linha.

Da fila.

Da lida!

Está ciente de todos os milagres que pratiquei.
De todos os monstros medonhos que enfrentei.




Minha já vasta obra me absolve
E me absorve.
É o tudo
Em meu particular mundo.

O resto é só para patrociná-la.
Para protegê-la, para viabilizá-la!

Por mais ferido que eu pense estar,
Enquanto puder canalizar poesia,
Estará sempre automaticamente
Corajosamente,
Restaurada esta "Ardentia",
Que me fez habitar o ar!



"Tanta gente no meu rumo,
Mas eu sempre vou só"
http://www.youtube.com/watch?v=ScIhkMtIbrU






Um comentário:

José María Souza Costa disse...

Olá, bom dia.
Tomara que estejas bem.
É o tempo que nos convida a recordar dos momentos, e fazer dos sonhos, cantos com ou sem rimas. São os sentimentos, que desperta na Alma, os desejos de cantar e conquistar. Ser, o que desejar ser. E assim, segue os olhares e os risos, quase sempre debochando do raiar de um novo contentamento.
Abraços