terça-feira, 24 de julho de 2012

Perdoe-me, a Sinceridade!


  


          

Queria descobrir a exata razão,
De nunca percebermos,
Quando estamos sendo egoístas,
Nocivamente individualistas...

É-me estranho,
Soa-me como tacanho,
Termos dois pesos e duas medidas,
À disposição de nossa conveniência,
De nossa inconsciência...
Quando somos o sujeito da ação,
É super fácil entendermos
As razões,
As complicações,
De determinado enredo.
Já a mesma situação,
Sendo com outro cidadão,
O rigor é cego,
Governado, claro, pelo ego!
Julgamos,
Condenamos,
Sem direito a escusos
Recursos...
Apelações,
Ou anulações!

Tenho a certeza de que, enquanto continuarmos a nos iludir,
A nos deprimir,
Com os tentáculos dessa moral fajuta,
Que não reflete a altura,
Ah! Pouca coisa será possível,
Perto do incrível,
Que está esperando por nós...
...Que desatemos nossos nós
Ancestrais,
Medievais!





Pérola indicada:
"Mamãe Merece"
Zizi Possi - primeira e única!!!





3 comentários:

Ana Bailune disse...

Entendo você...

Anônimo disse...

***** Foi impossível assistir o vídeo uma só vez... Muuuito lindo viu??!* Um abração na alma!*!* >>> Narlei*

Will Moa disse...

Sensata colocação,
Cláudio.

Ótima terça para você!