sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Noite Elétrica




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A energia elétrica acabou às vinte e três horas!
Ainda não voltou: são cinco horas!
Noite muito, muito, estranha...
Revestida de uma inquietação tamanha,
Que os sons da noite se calaram.
Misteriosamente, se ocultaram.
Sim! A noite na floresta, tem sons incríveis,
Explicitamente audíveis.
Ou seja: querem ser ouvidos
E, principalmente, percebidos...

Nem foram os mosquitos incomodando.
Nem Bob, que, novamente, está melhorando...

Não foi o calor,
Nem qualquer pavor!
Foi a minha mente,
Naturalmente,
Falando o tempo todo,
Deixando-me, ligeiramente, tonto...
Vieram-me umas cinco crônicas,
Das mais diversas tônicas.
Umas nove propostas de poesias,
Todas puxando para a folia...

Foi-me tão claro, que algo inquietante,
Consideravelmente relevante,
Estava acontecendo. Aconteceu!
Noto, claramente, agora, que amanheceu...
Segreda-me a morte:
“Foi uma manifestação da sorte,
Afiando o corte,
Rumo ao mais interessante dos Nortes
 - O Lírico - 
Com seu encantamento sísmico"!





Vídeo indicado:

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3 comentários:

José María Souza Costa disse...

Estimado, Claúdio
A noite tem as suas nuances, e, nós alimentamos as nossas. Tenha um fim de semana agradavel.
Abraços

Vera Regina Cazaubon disse...

Bom dia Poeta, encantou-me teu Blog, realmente, a noite é a melhor companhia do poeta, beijokas e um bom final de semana

Dulce Morais disse...

Ah, como a noite foi inspirada e bela!