quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Serve, Não!






Minha vida não serve de parâmetro,
Devido à originalidade
E imprevisibilidade
De seus ângulos.

Suas marés intensas...
...Suas ondulações imensas!
Nem sei pra que tanta profundidade,
Testando-me a criatividade.
Tanta inquietude
Permeando-me a atitude.

Nunca fui apresentado ao tédio.
Em seu lugar apresentaram-se os mistérios,
Com seus desafios,
Estreitando-me os fios...
...Instigando-me à busca.
Indicada, escancaradamente, pela altura...
Vem atendendo minhas súplicas,
Sem deixar dúvidas.

Sempre apostei na magia
Insubstituível da harmonia.
Para tanto, percorri várias sinfonias,
Até encontrar a pessoal sintonia.
Toda ela uma descarada explosão
Da mais cristalina afeição.
Um esquisito arabesco
Em forma de abraço gigantesco!
A consistência de minha melodia,
Está na convicção da soberania da alegria.

A próxima revolução
Patrocinada pela afeição.
O fim da violência
Em nome de uma nova consciência.
Um novo dia nascendo,
Lindamente,
Impunemente!
A humanidade ascendendo
Ao seu lugar
Junto ao encantado,
Ao elemento apaixonado,
Do ar!





Música indicada:




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2 comentários:

José Cambinda Dala Cabinda disse...

Linda poesia, muito bem ritmada, valeu e bom ano!

Ana Bailune disse...

Bonita e verdadeira...